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24 de outubro de 2011

Alucinação de Humor Entrevista: Sherlock Holmes

     Sherlock Holmes foi apresentado ao mundo através dos escritos do seu amigo e companheiro Dr. John H. Watson, com quem compartilha o segundo andar da Baker Street, 221B, e se tornou o mais famoso detetive de toda a história.

     Entre um mistério e outro, Sherlock Holmes encontrou um tempo na sua frenética rotina para conversar com o Alucinação de Humor. Segue abaixo um trecho da entrevista concedida pelo célebre detetive. 


AH: Qual foi o primeiro mistério que você solucionou?
HOLMES: Foi o Caso do Papai Noel Impostor. Eu tinha três anos e, naquela época, obtive a informação de que o chamado “Papai Noel” me presentearia caso eu me comportasse segundo as normas sociais. Aquilo me pareceu suspeito, e decidi investigar o caso mais a fundo. Descobri, depois de 4 ou 5 horas, que não se tratava de nada mais do que um engodo por parte dos meus próprios pais.

AH: Você levou apenas três horas para descobrir isso?
HOLMES: Bom, eu era apenas uma criança. Já com sete anos, precisei de 13 minutos para desmascarar a minha mãe como a suposta “Fada dos Dentes”.

AH: Um assunto que sempre causou muita polêmica e que sempre foi recriminado pelo seu amigo Dr. Watson é o seu eventual uso de pequenas doses de cocaína. Isso ainda acontece?
HOLMES
: Ah, sim, o Dr. Watson realmente não gostava da ideia de eu usar cocaína [risos]. Mas isso tudo foi há muito tempo. E a quantidade de cocaína que eu usava era, de fato, muito pequena. Eu só queria manter a minha atividade cerebral. Nunca gostei de ficar ocioso, então usava a cocaína para me sentir mais “enérgico”. Mas, como disse, a quantidade era muito pequena e isso já faz muito tempo. Hoje em dia, eu uso uma quantidade muito maior.

AH: O seu mais famoso bordão é o “elementar, meu caro Watson”. Você se lembra qual foi a primeira vez que o usou?
HOLMES
: Pode parecer incrível, mas eu nunca disse “elementar, meu caro Watson”. Se você conferir nas crônicas do Dr. Watson, você vai ver que isso não aparece em momento algum. O que aconteceu, na verdade, foi um grande mal-entendido. Tudo começou quando Edith Meiser, que estava produzindo um filme sobre o meu trabalho, e eu estávamos conversando. Naquele dia, eu era o responsável pelo jantar. Assim, depois de discutir o filme longamente, percebi que estava na hora de voltar para casa para preparar a refeição para mim e para o meu colega, Dr. Watson. Despedi-me, então, e ela me perguntou o que eu iria fazer. Disse a ela que iria “alimentar meu caro Watson”. No momento em que disse essas palavras, no entanto, um carro barulhento passou por perto e ela entendeu “elementar” ao invés de “alimentar”. Ela gostou da frase e achou que seria um bordão interessante para o personagem.

AH: Você é mundialmente famoso e dono de uma capacidade analítica fora do comum. No entanto, você parece não ter muitos amigos, exceto, é claro, o Dr. Watson. Isso mostra algum problema de socialização?
HOLMES
: Na verdade, a minha “capacidade analítica fora do comum” é a própria causa do meu problema de socialização. É muito difícil ser amigo de alguém de quem não se consegue esconder nenhum segredo. Lembro claramente de uma ocasião em que os meus pais convidaram as crianças da rua para fazer uma festa surpresa no meu aniversário de 5 anos. Digamos, apenas, que a surpresa não foi tão grande assim. Pelo menos, não para mim.

AH: Você poderia dar uma demonstração das suas habilidades para o Alucinação de Humor?
HOLMES
: Com prazer, mas, para ser sincero, não creio que você vá gostar do resultado. Mas, vamos lá. Posso ver que você é casado, o que é uma dedução banal, já que você está de aliança. Você tem alguns pelos que não foram aparados e que estão saindo das suas narinas, o que me mostra que a sua esposa não está prestando atenção na sua aparência, já que, caso contrário, ela o alertaria sobre o problema. Além disso, percebo que você está tendo dificuldades em manter as pernas cruzadas, em uma posição confortável, o que me indica que você está com acúmulo de esperma, causado, certamente, por longo período sem relações sexuais com a sua esposa. O seu leve torcicolo é indício de que você tem dormido no sofá, ou algum móvel semelhante. Somando essas três evidências, a única conclusão lógica é que a sua situação afetiva com a esposa não está muito boa. Percebo também que a sua camisa, embora você nem tenha percebido, é dois números maior do que você deveria usar, o que me leva a crer que ela pertença a outro homem. Tudo isso nos leva, inevitavelmente, à conclusão de que a sua esposa tem um amante e que eles estão tendo relações sexuais na sua cama. 
Pingue-pongue

AH: Algo importante para você.
HOLMES: Meu cérebro.

AH: Um instrumento.
HOLMES: Lupa.

AH: Gato ou cachorro?
HOLMES: Nenhum dos dois. A não ser que tenham cometido um crime.

AH: Prato favorito.
HOLMES: Tabaco a la Coca.

AH: Algo que você gostaria de ter.
HOLMES: Existência não ficcional.

AH: Um medo.
HOLMES: Lua de Cristal. Aquilo não tem lógica nenhuma.

AH: Uma atividade de lazer.
HOLMES: Jogar Detetive.

AH: Uma palavra que o define.
HOLMES: Enxerido.

(Novidade: clique na imagem acima para ver a versão da entrevista no formato da revista.
O arquivo é meio grande, mas é bem mais bonito)

22 de agosto de 2011

Alucinação de Humor Entrevista: Darth Vader

     Se você é fã de ficção científica, tem mais de cinco anos de idade ou não passou toda a sua vida nos confins de Plutão, você certamente já ouviu falar no poderoso Darth Vader. Nascido como Anakin Skywalker no árido planeta Tatooine, Darth Vader cresceu para se tornar uma das mais importantes personagens da história.

     Com um bom humor e uma generosidade incomuns para a sua personalidade, o mais famoso Sith concedeu um pouco do seu tempo para o Alucinação de Humor. Eis abaixo um trecho da sua entrevista.


AH: Como foi crescer em um planeta como Tatooine?
VADER: Seco [risos]. Eu estava sempre com sede. Era areia que não acabava mais. Tomar banho era só para a elite e acabava entrando areia em tudo que é lugar. Tinha areia nos sapatos, na roupa, dentro da cueca [risos]. A gente tinha que acostumar, não tinha outro jeito. Mas o que realmente me irritava era que ninguém fazia nada para melhorar a situação. E não era falta de tecnologia. A gente já tinha tecnologia até para fazer veículos com antigravidade. Eu mesmo construí um sofisticadíssimo robô enquanto ainda era criança. A gente tinha tecnologia para realizar as coisas mais complexas, mas não éramos capazes de criar um simples sistema de irrigação, coisa que mesmo as mais primitivas civilizações foram capazes de fazer há milhares de anos. Acho que o que faltava mesmo era vontade política.

AH: Um das características mais impressionantes sobre a sua existência é o fato de você alegadamente não ter um pai. No filme de George Lucas, foi sugerido que você tinha sido concebido pelos próprios midi-chlorians. Isso tem algum fundamento?
VADER: Essa era uma questão que também me intrigava muito quando eu era criança. Eu via todos os meus amiguinhos com os seus pais (digo, pai e mãe), enquanto eu só tinha a minha mãe. Na época ainda não sabia direito como o nascimento funciona, mas, mesmo assim, sabia que algo estava errado. Perguntava constantemente para a minha mãe sobre o meu pai. No começo, ela desconversava, mudava de assunto e não respondia nada. Mas, como eu sempre voltava ao assunto, ela acabou me explicando que realmente não existia um pai e que não sabia como tinha ficado grávida. Ela disse que apenas aconteceu, magicamente, na época em que ela era uma prostituta.

AH: Fica bastante claro nos filmes que a sua vida sofreu uma revolução depois que você conheceu a então rainha Padmé Amidala. Como um Jedi, um relacionamento entre vocês era mal visto, mas vocês acabaram tendo uma das mais profundas e bregas história de amor. Como foi esse relacionamento longe das câmeras?
VADER: A rainha Amidala foi o meu primeiro e único amor. Mas era também uma coisa meio de adolescente. Ficávamos o dia inteiro trocando juras de amor e essas coisas [risos]. "Eu te amo" para cá, "eu te amo" para lá [risos]. Mas, no fundo, o nosso relacionamento era bastante comum, como qualquer relacionamento secreto de um aspirante a Cavaleiro Jedi previsto nas profecias como aquele que vai trazer o equilíbrio para a Força e uma rainha galática dez ou quinze anos mais velha que luta contra a corrupção do Senado à beira de uma guerra interplanetária. Sem grandes emoções ou novidades, realmente. Na maior parte do tempo, tomávamos um sorvete, comíamos um pastel ou assistíamos algum filme na TV. Gostávamos de assistir Space Ghost [risos]. Mas é claro que nem tudo são flores. Admito que tínhamos alguns problemas. Na cama, por exemplo, nós dois gostávamos de ficar por cima. Eu, como era virgem e inseguro na época, acabavam cedendo. Mas aquilo me desagradava um pouco.

AH: E quanto ao seu filho Luke? Aconteceu realmente como é representado nos filmes? Você soube que era pai dele apenas sentindo a Força?
VADER: Não. Eu sei que é assim que é apresentado nos filmes, mas, na verdade, não foi bem isso. Eu fiquei desconfiado quando soube que o sobrenome dele era "Skywalker", assim como o meu. Me pareceu uma extrema estupidez na época. Quero dizer, os Jedis esconderam o garoto em Tatooine (o que já não me parece muito inteligente, já que nasci lá) e, ainda por cima, não tiveram a presença de espírito de mudar o sobrenome do moleque! Isso, na minha opinião, já é ser um pouco desleixado. Mas eu acabei tendo a confirmação alguns meses depois. Não aparece nos filmes, mas um dos laboratórios da Estrela da Morte, entre outras coisas, faz exames de paternidade.


Pingue-pongue

AH: Algo importante para você.
VADER: A Força. Inclusive elétrica.

AH: Lugar para relaxar.
VADER: Estrela da Morte.

AH: Gato ou cachorro?
VADER: Bantha.

AH: Uma cor.
VADER: Preto. E cor-de-rosa.

AH: Um esporte.
VADER: Corrida de pods.

AH: Um medo.
VADER: Ligar o sabre de luz acidentalmente enquanto ele ainda está na minha cintura.

AH: Algo que gostaria de ter.
VADER: A galáxia.

AH: Um ídolo.
VADER: O inventor do Vick Vaporub.

AH: Uma palavra que o define.
VADER: “Cabeçudo”.

21 de março de 2011

Alucinação de Humor Entrevista: Papai Noel

     Pouquíssimas pessoas aceitariam um emprego em que tivessem que trabalhar de graça, morar em um dos lugares mais inóspitos do planeta e, como se isso não fosse suficiente, trabalhar incansavelmente em plena noite de Natal. Esse, no entanto, é o trabalho do famoso Papai Noel.

     Acredite ou não, o bom velhinho, sempre com a sua inconfundível risada patenteada, concedeu uma entrevista exclusiva ao Alucinação de Humor. Leia abaixo um pequeno trecho da conversa. 


AH: Quando você percebeu que queria ser um empresário, fabricante de brinquedos?
NOEL: Isso não foi de um dia para o outro. Na verdade, eu não tinha planos de ter o meu próprio negócio inicialmente. Eu queria trabalhar em uma fábrica normal, para adquirir experiência. Mas fica muito difícil conseguir um emprego quando as pessoas não acreditam na sua existência. Participei de entrevistas em várias fábricas, como a Estrela, Hasbro, Grow, mas infelizmente, quando chegava ao quesito “existência não-mitológica”, eu sempre ficava atrás dos outros candidatos.

AH: E então você decidiu abrir a sua própria fábrica?
NOEL: Bom, como eu disse, não foi algo instantâneo. As inúmeras entrevistas estavam me deixando frustrado e fui percebendo que não conseguiria fazer com que as pessoas acreditassem que eu existia. Depois de um longo caminho, percebi que a minha única opção era mesmo abrir o meu próprio negócio.

AH: E por que o Pólo Norte?
NOEL: Também não é algo que foi a minha primeira opção. Conversei com muitos bancos e investidores em muitos países diferentes, mas as taxas, juros e impostos eram sempre exorbitantes e absolutamente proibitivos para um empresário iniciante como eu era na época. O único lugar acessível era o Pólo Norte. Também por motivos econômicos decidi empregar mão-de-obra duende (principalmente porque eles não têm um sindicato). Cheguei a considerar o Pólo Sul também, mas percebi que os ambientalistas seriam um grande problema, já que muitos deles estão sempre protegendo os pingüins.

AH: Muitos empresários hoje em dia afirmam que o seu modelo empresarial é inviável nos dias modernos. Segundo eles, distribuir produtos sem receber nada em troca é um modelo insustentável e fadado ao fracasso. O que você tem a dizer para essas pessoas?
NOEL: Essa é uma questão complexa. Talvez eles tenham razão. Para ser completamente sincero, toda essa coisa de distribuir brinquedos de graça se a criança se comportar bem começou com um erro de tradução. Pode parecer incrível, mas é isso mesmo [risos]. Tínhamos planos de comercializar produtos globalmente, então partimos logo com uma campanha de marketing em diversos países e, conseqüentemente, em diversos idiomas. O nosso slogan era “criança rica ganha presentes do Noel”. Não me lembro exatamente em que língua foi o problema (sueco, se não me engano muito), mas a palavra “rico” era muito parecida com a palavra “bom”, e foi aí que o nosso problema surgiu. O slogan foi traduzido como “criança boa ganha presentes do Noel”. Só descobrimos o erro depois que a campanha já tinha começado e que milhões já haviam sido gastos em propaganda. Para evitar processos de propaganda enganosa, decidimos que era melhor simplesmente seguir o slogan.


AH: Mas isso não seria um problema localizado apenas nesse país em que o slogan foi traduzido errado? Por que fazer isso globalmente?
NOEL: Foi o que pensamos inicialmente, mas depois percebemos que muitas crianças se mudavam para outros países e, assim, paravam de ganhar presentes. Quando recebemos uma carta de uma criança sueca que havia se mudado para a Argélia perguntando por que as crianças na Argélia não eram boas e não recebiam presentes, percebi que o problema não era mais restrito a um único país.

AH: Algumas vezes se fala na existência de uma Mamãe Noel. Você é mesmo casado?
NOEL: Ah, a Mamãe Noel [risos]. E você acha que alguma mulher vai querer morar em uma fábrica no Pólo Norte? [risos]. Isso tudo é um mito, que, provavelmente, começou quando contratei uma assistente pessoal. A minha AP freqüentemente me acompanha nas minhas viagens, mas não somos casados. Nossa relação é estritamente profissional. Não existe uma Mamãe Noel. Na verdade, é de se admirar que eu seja chamado de “Papai” Noel, já que eu também não tenho filhos.


Pingue-pongue 

AH: Algo importante para você.
NOEL: Aquecedor.

AH: Uma bebida.
NOEL: Coca-Cola.

AH: Gato ou cachorro?
NOEL: Rena.

AH: Prato favorito.
NOEL: Bife de rena.

AH: Algo que você gostaria de ter.
NOEL: Outra roupa.

AH: Um medo.
NOEL: Barbeadores.

AH: Uma esperança.
NOEL: Um ano sem crianças boas e um ano de folga.

AH: Uma palavra que o define.
NOEL: “Fictício”.

17 de janeiro de 2011

Alucinação de Humor Entrevista: Saci Pererê

     Nascido em alguma parte da região sul do Brasil, praticamente não existe alguém que nunca tenha ouvido falar do nosso querido Saci Pererê. De acordo com a Wikipedia, “o Saci é um negro jovem de uma só perna, portador de uma carapuça sobre a cabeça que lhe confere poderes mágicos”. Porém, depois de conversar um pouco com essa simpática figura, o Alucinação de Humor descobriu que existe mais a ser dito.

     Confira a seguir um trecho da entrevista exclusiva que o famoso personagem folclórico deu ao Alucinação de Humor.


AH: Muitas pessoas acreditam que a sua carapuça lhe dá poderes mágicos. Isso tem algum fundamento? E, se for o caso, como as pessoas reagem à sua magia diante da tendência cientificista da atualidade?
SACI
: Quero deixar bem claro aqui que a minha carapuça não me dá poderes nenhum! É só um chapéu que eu gosto de usar e que combina com os meus shorts. E também para não ter que ficar penteando o cabelo o tempo todo.

AH: Provavelmente as pessoas pensam isso porque você nunca tira a sua carapuça.
SACI: Bom, o Milton Nascimento também nunca tira aquele bonezinho. Isso não significa que, se alguém tirar, ele não vai mais cantar.

AH: Você nunca foi visto usando uma camiseta ou qualquer outra peça de roupa na parte superior. Isso tem algum motivo?
SACI
: A família Pererê é muito numerosa e, como sempre fomos também bastante pobres, nunca tivemos dinheiro para comprar uma camiseta. Os shorts que eu uso, por exemplo, passaram para mim do meu irmão mais velho. Na verdade, eles não me servem bem e, como não temos dinheiro para comprar outros shorts ou um cinto, eu tenho que usar um suspensório. Acho que sou a única pessoa no mundo que usa shorts com suspensório [risos].

AH: Desde a sua participação no Sítio do Pica-Pau Amarelo, muitas crianças têm acompanhado a sua carreira e têm você como modelo de comportamento. Qual a sua relação com o público infantil?
SACI
: Para ser sincero, quando comecei no Sítio [do Pica-Pau Amarelo], eu não pensava em agradar o público infantil. Nunca pensei nisso. Nunca nem mesmo gostei de crianças. Cheiguei até mesmo a matar uma  certa vez. Mas tudo foi acontecendo naturalmente. Acho que as crianças gostavam das minhas malandragens, não sei.

AH: O que você tem a dizer sobre as pessoas que acham que o fato de você estar sempre fumando um cachimbo é um mau exemplo para as crianças?
SACI: As pessoas acham que eu estou sempre fazendo algum tipo de apologia ao tabaco, o que é ridículo. Tenho muito cuidado com a minha imagem, especialmente porque sei que muitas crianças se espelham em mim. Sei de um caso, por exemplo, de uma criança que decepou a própria perna porque ela queria ser igual ao Saci [risos]. O pobrezinho morreu de hemorragia [mais risos]. Então seria irresponsável da minha parte ficar o tempo todo fazendo propaganda do tabaco. Que fique bem claro, de uma vez por todas: o meu cachimbo é de crack! Na verdade, se alguma coisa me dá poderes mágicos, é o meu cachimbo [risos].


Pingue-pongue

AH: Algo importante para você.
SACI: Acordar com o pé direito.

AH: Um filme.
SACI: Assim Caminha a Humanidade.

AH: Algo que você não gosta.
SACI: Comprar calças e calçados.

AH: Algo que você gostaria de aprender.
SACI: Andar de bicicleta e sapatear
.
AH: Cachorro ou gato?
SACI: Centopéia.

AH: Um medo.
SACI: Ficar em uma cadeira de rodas. E peneiras, especialmente se tiver uma cruz no meio.

AH: Uma cor.
SACI: Vermelho.

AH: Uma palavra que o define.
SACI: “Saci”.