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10 de setembro de 2013

5 Coisas que... Não Entendo sobre Fantasmas

fantasma1. Fantasmas usam roupas
De acordo com o que se acredita, fantasmas são espíritos desencarnados que, por algum motivo misterioso, ficam andam por aí ao invés de ir para o seu local de descanso eterno. O que eu não entendo é: por que eles sempre usam roupas? Por mais que alguém goste de moda ou se apegue aos seus trajes, as roupas não fazem parte da alma de uma pessoa. Por isso, qualquer relato que envolva um fantasma vestido não merece crédito. Qualquer história de fantasma que se preze, portanto, deve se basear em uma assombração pelada, completamente nua, sem roupas, sem adereços, sem  nada. E, vamos admitir, dependendo de quem é a alma penada, tirar suas roupas vai realmente deixá-la mais assustadora.

luvas e pá2. Fantasmas nunca aposentam
Seja qual for a profissão que uma pessoa tenha em vida, é isso o que ela vai fazer por toda a eternidade depois que bater as botas. Se uma pessoa foi um jardineiro durante a vida, ela vai ser um jardineiro fantasma, e vai ser sempre vista trabalhando no jardim, cavando e cuidando das plantas com suas ferramentas ectoplásmicas. E isso vai acontecer por toda a eternidade. Na verdade, fantasmas são funcionários ideais. Eles nunca se aposentam, nunca mudam de emprego, são estranhamente assíduos e, como se isso tudo não fosse suficiente, eles ainda não são remunerados e nem entram em greve por causa das condições desumanas de trabalho. Portanto, cuidado: se você odeia a sua profissão, evite morrer. Afinal, você não quer passar toda a eternidade fazendo algo que detesta.

cadeiras quebradas3. Fantasmas não gostam da decoração
“Pedro Antônio deixou o porta-retratos em cima do criado-mudo e foi ao banheiro. Quando saiu, o porta-retratos estava no chão, perto da parede oposta ao criado-mudo”. Objetos que se movem inexplicavelmente são uma das manifestações mais comuns de fantasmas. Isso acontece porque uma assombração que possa ser devidamente chamada assim nunca está feliz com a nova decoração. Não importa o que os novos moradores da casa assombrada façam, nunca vai ser bom o suficiente para o inquilino falecido. E, além de tudo, eles são extremamente temperamentais e bagunceiros. Os fantasmas não se contentam em mudar a decoração nova, eles atiram os objetos para longe e, frequentemente, quebram tudo que é novo ou está no lugar errado. Existem exceções, é verdade, mas, de forma geral, para as assombrações, decoração de interiores é questão de vida ou morte.

fantasma de vestido no túmulo4. Fantasmas não seguem a moda
Este tópico é um tanto relacionado com o primeiro. Como disse, já parece pouco plausível que fantasmas vistam roupas, mas, mais do que isso, eles tendem a usar sempre as mesmas, como personagens de desenho animado. Aliás, não só eles usam as mesmas roupas todos os dias, mas eles parecem adotar um uniforme de fantasma. Para um fantasma masculino, o mais comum é se sentir elegante em um antiquado terno preto. Chapéus também são bem-vindos, desde que também sejam pretos. Más notícias para as almas femininas: a única opção é um vestido, geralmente branco. Existem variações em relação à cor, é verdade, mas o branco ainda é a cor mais comum. Portanto, se você é mulher e pretende ser um fantasma moderno, de minissaia sensual ou com um decote revelador, lamento, mas isso parece não ser considerado fantasmagoricamente apropriado. Mas pode haver um jeito: se você morrer enquanto trabalha como garota de programa, você pode se enquadrar no segundo tópico e vai poder usar suas roupas indecentes por toda a eternidade.

casa assombrada5. Fantasmas são territorialistas
Fantasmas são assustadoramente territorialistas e não vão compartilhar o lar com mais ninguém. Eles se apegam a uma casa ou a um prédio como se não houvesse um mundo além daquelas paredes. Existem até aqueles que decidem assombrar um único cômodo. É um desperdício amedrontador, afinal, teoricamente, um fantasma poderia ir para qualquer lugar. Nada impede uma alma penada de, por exemplo, entrar clandestinamente em um avião e conhecer qualquer parte do mundo, sem necessidade de passaporte e sem qualquer custo. Na verdade, ele poderia até mesmo entrar em um ônibus espacial e explorar o espaço sideral. Mas, aparentemente, para um fantasma, não há lugar como o lar.

5 coisas que não entendo sobre fantasmas
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20 de fevereiro de 2012

5 Coisas que... Se Deve Preparar para a Morte

1. O seu túmulo
A maioria das pessoas passa um bom tempo de suas vidas pensando na decoração de suas casas. Portanto, nada mais natural do que pensar também na sua moradia para o descanso eterno. Projetar um túmulo interessante é sempre uma forma de deixar uma mensagem para as gerações futuras. As pessoas que passarem pela sua casa subterrânea vão se perguntar que tipo de pessoa grandiosa estaria enterrada sob aquele incrível túmulo com um robô gigante. E quanto àquele túmulo com uma Estrela da Morte? Se você é um pouco mais narcisista e/ou um pouco mais ambicioso, você pode até representar você mesmo em sua mais esplendorosa glória, olhando triunfantemente para o horizonte além, com a humanidade ajoelhada aos seus pés.

2. O seu epíteto
Certo, então você e a sua família não têm dinheiro suficiente para tornar o seu túmulo a oitava maravilha do mundo, ao etilo dos faraós. Isso não significa, no entanto, que você não possa tornar o seu túmulo especial de alguma forma. Um jeito bastante econômico de fazer isso é criando um epíteto (como “Alexandre, o Grande”, ou Duque de Caxias, o Pacificador”) e o estampando gloriosamente na sua morada final. Um túmulo com a inscrição “João da Silva, o Magnífico” certamente vai despertar a imaginação dos transeuntes do cemitério. Ninguém ficaria se perguntado sobre um tal de “José de Almeida”, mas são raras as pessoas que não prestariam atenção ao túmulo de “José de Almeida, o Destruidor de Mundos”. Tudo o que você tem a fazer é escolher um epíteto que lhe agrade. E nem precisa ser verdadeiro, afinal, depois de alguns anos, quem vai saber?

3. A revelação do leito de morte
Não é porque você está saindo de cena que você não pode fechar com chave de ouro. Por isso, os seus últimos momentos no planeta podem (e devem) ser acompanhados de uma incrível e arrebatadora revelação, algo que mudará a vida de todos ou como os seus amigos e família o veem para sempre. Pode ser qualquer coisa, desde que seja capaz de tirar o fôlego dos presentes. Revelações de maternidade ou paternidade sempre são interessantes, mas existem outras opções. Confissões podem também ser bem surpreendentes, desde que revelem um segredo ou um crime verdadeiramente escabroso. Assim, guarde seu último fôlego para balbuciar sofregamente “eu não sou o seu pai de verdade”, “eu sou o serial killer do serrote”, ou “na verdade, eu sou mulher”. Você só tem que tomar cuidado para não morrer de repente.

4. O tesouro
A ideia aqui é deixar uma mensagem (um bilhete ou uma carta, por exemplo) dizendo que você tem algum tipo de tesouro escondido em algum lugar da sua casa. A mensagem em si deve ser enigmática, difícil de entender e de interpretar. Charadas são sempre uma boa ideia e, se as frases rimarem, melhor ainda. Instigue a cobiça e a ambição das pessoas, e faça com que elas fiquem curiosas sobre o seu tesouro. As pessoas geralmente despendem muita energia diante da promessa de enriquecer fácil e rapidamente, assim, se você conseguir deixar pelo menos uma pessoa patologicamente obcecada com o seu derradeiro mistério, parabéns, missão cumprida. Você pode também mesclar esse item com o anterior e fazer da sua última revelação a mensagem sobre o tesouro. Objetos são também eficazes; nada desperta mais a curiosidade do que uma mensagem excêntrica acompanhada de uma majestosa chave imponente. Se você se sentir especialmente criativo, pode ainda fazer uma espécie de “caça ao tesouro”, com várias pistas, uma levando à próxima. Eu, particularmente, acho crueldade exagerada fazer alguém procurar um tesouro por anos só para descobrir que não existe tesouro nenhum no final. É, portanto, uma boa ideia recompensar a persistência coroando a obsessão com algum tipo de prêmio. Se você não tiver algo de valor real, você pode esconder uma caixinha com uma mensagem emocionante sobre a vida ou sobre o amor. Assim, depois de anos procurando o seu tesouro, o caçador poderá finalmente ler a sua bela mensagem e deixar correr uma lágrima dos olhos, talvez de emoção, talvez de frustração.

5. O enterro
Se você pensar em todos os enterros a que você já foi ou todos que você já viu na televisão, vai perceber que eles em si são uma grande exibição de falta de criatividade e originalidade. Não importa quem está sendo levado para baixo da terra, é sempre mais ou menos do mesmo jeito. Uma caixa de madeira desce lentamente para dentro de um buraco no chão enquanto algumas pessoas esperam pacientemente, algumas chorando, outras respeitosamente de cabeça baixa, segurando as mãos atrás das costas. Reconheço o valor das tradições, mas acho que é bom fugir dela às vezes. Se você acha que sempre foi uma pessoa diferente e teve uma vida diferente, não existe motivo por que a sua última participação acima da terra tenha que ser igual à de todos. Imagine como seria marcante, por exemplo, ser enterrado ao estilo “balança-caixão”. Você pode escolher uma pessoa especial para segurar os seus braços e uma outra para os pés. Após três ou quatro balançadas, você voará livre e magnânimo para a sua cova. Se errar o alvo, não tem problema: é só tentar de novo (talvez com outras duas pessoas). É divertido, diferente e interativo, além de uma honra para as duas pessoas escolhidas.

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9 de janeiro de 2012

5 Coisas que... Sempre Acontecem na TV

1. O carro nunca pega
Uma vítima apavorada (geralmente uma mulher) sai correndo da casa, sabendo que o terrível assassino está vindo logo atrás. Entra no carro, tem até a sorte ou a presença de espírito de estar com as chaves do veículo, mas o carro simples e inexplicavelmente não quer pegar. Pode ser uma sucata ou um carro novinho, mas, na hora H, não adianta, ele não vai pegar, ou só vai pegar no último momento possível, quando o assassino já pode se agarrar ao capô do carro ou estilhaçar a janela. Clichê, é verdade, mas é também uma ótima demonstração da Lei de Murphy. Esse problema mecânico, no entanto, parece ter uma tendência a desaparecer, já que isso está se tornando uma inconveniência cada vez mais rara nos carros modernos, principalmente considerando que muitos deles já têm até partida elétrica.

2. A grávida
Se você estiver assistindo um filme de terror ou de ação e uma das personagens está grávida, pode ter certeza: ela vai dar a luz no pior momento possível. Escondidos em um cômodo sujo e escuro, três ou quatro apreensivas personagens se encolhem em pânico em um canto, sem saber o que fazer, enquanto algo terrível está fazendo barulho do lado de fora, tentando entrar; ou, fugindo de um horror indizível, no meio de uma perseguição alucinante em que um segundo pode significar a diferença entre a vida e a morte – é agora, esse é o momento. Se uma das personagens estiver grávida, é nesse instante que o rebento vai querer vir ao mundo. O jeito é alguém ajudar no parto enquanto os outros ficam gritando para apressar o processo. A parte boa, pelo menos para a gestante, é que as grávidas e os recém-nascidos muito raramente morrem. 

3. Os heróis nunca morrem de repente
É verdade que atualmente é incomum o mocinho morrer no final. Isso é um pouco mais frequente em filmes em que existem vários pequenos heróis. Mas, seja como for, o importante é que personagens benevolentes nunca morrem de repente. Os bandidos são decapitados, flechados, baleados, triturados, explodidos e logo caem duros no chão ou voam em pedaços pelos ares. Mas não os heróis. Não importa o que aconteça, eles sempre ficam moribundos por alguns minutos e têm a oportunidade de fazer um comovente discurso antes de finalmente sair de cena. Em “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel”, por exemplo, Boromir é tragicamente atingido por três ou quatro espessas flechas – o que seria mais do que o suficiente para liquidar qualquer vilão instantaneamente – e ainda consegue ficar na Terra Média tempo o bastante para ter um momento sentimental de arrependimento com Aragorn. Já o seu assassino, no entanto, morre sem dizer nenhuma palavra. A única chance de o malvado ganhar o seu derradeiro discurso é se tornando bondoso no último momento, frequentemente se sacrificando pelo mocinho. Darth Vader certamente concordaria se ainda estivesse entre nós.

4. Os bandidos não têm precisão
Tiroteios são parte integrante e indispensável de qualquer filme de ação que se preze. Mas não importa quantas balas são disparadas, os bandidos raramente acertam um bom tiro. Centenas de projéteis são disparadas e desaparecem para sempre. Geralmente eles até passam perto e ricocheteiam, lançando faíscas, em qualquer coisa que o mocinho está usando para se proteger, mas jamais o acertam fatalmente. Os bandidos têm tão pouca precisão com as suas armas que o ágil benfeitor pode até mesmo correr de um conveniente esconderijo para o outro e sair absolutamente ileso. Não raro, alguns bandidos são tão desprovidos de habilidade a ponto de os seus disparos ricochetearem no chão. Na verdade, estatisticamente, uma personagem bondosa tem mais chance de ser derrotada em um duelo do que se estiver encurralada por um exército armado até os dentes. Sim, é fato que, à exceção de Legolas, que nunca errou uma flechada élfica, os mocinhos também pecam no quesito pontaria, mas, ainda assim, eles têm uma taxa de acerto mortalmente maior do que seus oponentes.

5. As crianças sempre têm a solução
Isso é particularmente comum em novelas. A personagem principal (de novo, geralmente uma mulher) está umidamente se debulhando em lágrimas, sofrendo com o seu destino terrível ou lamentando a perda de alguém querido. Tudo parece desesperador e insolúvel, mas, se houver uma criança por perto, não se preocupe, ela vai dizer algo que vai colocar o sorriso de volta no encharcado rosto da desconsolada personagem. E quanto mais nova a criança, melhor. As crianças das novelas são incrivelmente sábias e profundas, enquanto as personagens adultas são simplesmente estúpidas e descontroladamente emocionais. Talvez seja a inocência da criança, ou o seu olhar simples sobre a vida, mas parece que, para os escritores de novelas, as pessoas vão ficando mais idiotas à medida que vão se tornando adultas.

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13 de novembro de 2011

5 Coisas Que... Não Gosto Sobre Bandas

1. Bandas cujos nomes começam com “Banda”
Qualquer banda que se apresente com um nome que seja “Banda Sei-lá-o-quê” ganha a minha imediata rejeição.  Mesmo porque o “sei-lá-o-quê” depois de “banda” geralmente é alguma coisa cafona (Banda Calcinha Preta, Banda Magníficos, Banda Cheiro de Amor) ou com alguma ortografia “criativa” (Banda Djavú, Banda Lamassais). Para mim, se a banda tem que colocar “banda” no nome para as pessoas saberem que se trata de uma banda e não de uma peça íntima ou de um odor específico, é porque o que eles estão fazendo não é tão fácil de identificar como música.

2. Bandas cujos vocalistas parecem drag queens
O heavy metal dos anos 80 produziu uma batelada dessas bandas. Não tenho nada contra as drag queens em si, e muito menos contra as músicas, que, aliás, até acho bem legais... O problema, para mim, não é nem o vocalista se vestir de mulher, mas é se vestir de baranga. Dá impressão que o cara é uma menina de 8 anos que acabou de achar o estojo de maquiagem da mãe. Por mais que eu goste das músicas, fica um pouco mais difícil apreciar a obra com o mesmo entusiasmo depois de ter vislumbrado a criatura que produziu aquilo.

3. Bandas cujos álbuns têm nomes infelizes
Muita coisa entra aqui. Desde nomes que nos fazem refletir sobre o valor das pequenas coisas da vida (“O Silêncio que Precede o Esporro” – Rappa) até títulos um tanto mais gastronômicos (“Tomate” – Kid Abelha). Admito que não deve ser fácil escolher um nome para um álbum, mas, se o Leo Jaime escolheu “Phodas C” como título para o seu álbum, eu fico me perguntando quais foram os nomes descartados. Na minha opinião, trocadilhos são invariavelmente infelizes no que se refere a nomes de CDs. As Velhas Virgens são possivelmente os maiores especialistas no assunto (“Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro!”, “Com A Cabeça No Lugar”). A parte “boa” é que títulos ruins não são exclusividade brasileira. Na verdade, em termos de nomes infelizes, acho que os estrangeiros estão milhas à nossa frente. A Fiona Apple teve a verborrágica ideia de dar a um de seus CDs o inesquecível nome de “When the Pawn Hits the Conflicts He Thinks Like a King What He Knows Throws the Blows When He Goes to the Fight and He'll Win the Whole Thing 'Fore He Enters the Ring There's No Body to Batter When Your Mind Is Your Might So When You Go Solo, You Hold Your Own Hand and Remember That Depth Is the Greatest of Heights and If You Know Where You Stand, Then You'll Know Where to Land and If You Fall It Won't Matter, Cuz You Know That You're Right”, com eloquentes 93 palavras e 3 vírgulas.

4. Bandas cujas letras rimam qualquer “-ão” com “coração”
Músicas sertanejas são particularmente abundantes nessa categoria. É praticamente impossível achar uma música sertaneja que não tenha “coração” em algum momento ou outro. Nada contra o som “-ão” em si (na verdade, até gosto, e o Drummond também elogiava), mas, por algum motivo, se aparece um “coração” no meio da letra, já fico meio decepcionado. E, às vezes, ainda dá para sentir a chegada do fatídico órgão. Se o cantor terminou um verso com “paixão”, “razão”, “ilusão”, “perdão” ou qualquer coisa do gênero, pode se preparar que um “coração” está se aproximando. É inevitável.

5. Bandas cujos clipes são longas-metragens
Depois da criação da MTV, a imagem passou a ser tão importante quanto (ou provavelmente até mais importante que) a música. E alguns artistas levam isso muito a sério. No seu afã de criar um vídeo digno da maravilhosa epopeia que é a sua canção, alguns artistas fazem verdadeiros longas-metragens. O Michael Jackson era um deles. A Lady Gaga fica apenas alguns minutos atrás. Na verdade, os vídeos são tão longos que, às vezes, até esquecemos que eles foram criados para divulgar uma música. “Thriller”, do Michael Jackson, tem mais de 13 monstruosos minutos de vídeo e nem 6 de música. A Lady Gaga transformou “Telephone”, uma música de menos de 4 minutos, em um criminoso vídeo de mais de 9. Mas, de novo, ninguém ganha do rei do pop: o vídeo de “Ghosts” tem quase 40 minutos! Tempo suficiente para ouvir a música 10 vezes.
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